Brinque com a comida, não com quem a serve
Comida… todos precisamos dela. Uns apreciam mais (seres felizes como eu), outros não dão tanta importância (como conseguem?). Algumas pessoas, porém, têm no alimento sua fonte de renda e arrumam maneira inusitadas de vendê-lo, cozinhá-lo, fotografá-lo, esculpi-lo…
Um exemplo é a artista plástica francesa Stéphanie Kilgast que, após ficar entediada com plantas baixas e perspectivas no curso de arquitetura, resolveu fazer microesculturas tendo comida como tema. E o que era um hobby para matar o tempo durante as férias virou profissão em tempo integral!
O trabalho de Kilgast é impressionante, tanto pela perfeição dos detalhes quanto pela variedade de miniaturas que ela consegue esculpir. A maioria dos pedidos que a artista recebe é de joias em formato de pizzas, bolos, carnes, biscoitos… tudo com escala 1/12.
Os preços são justos, levando em conta que são peças exclusivas: €13,00 (R$29,00) por um pingente de croissant €16,00 (R$ 36,00) por um par de brincos de cupcake. Cada miniatura leva em torno de 3 horas para ficar pronta e é feita com argila e polímeros, esculpidos com bisturis, lâminas e palitos de dente.
Se você acha que fazer joias em formato de comida já é uma inovação, outro tipo de miniatura (nesse caso os uniformes das garçonetes) vem chamando a atenção dos gordinhos americanos.
Uma rede de cafeterias nos EUA colocou as baristas para atender aos clientes no drive-thru com pouquíssima roupa. Os biquinis e lingeries das moças dobraram o movimento na rede The Hot Spot e despertaram no casal de proprietários Gary Zelda e Brenda Zelda a vontade de abrir mais lojas.
As funcionárias da loja dizem que estão felizes no trabalho e que as gorjetas são bem generosas. O empreendimento segue a receita de sucesso da rede de restaurantes Hooters, que tem como atrativo garçonetes com “peito avantajado” em camisetas justas e shorts.
Como dono de padaria, não vejo problema algum em ter funcionárias “mais à vontade” servindo os clientes. Mas acho que as simpáticas senhorinhas que todos os dias compram pães e um litro de leite desnatado não achariam graça e, definitivamente, não dariam gorjeta.
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Fontes:
Artista francesa cria miniaturas de comida
Cafeterias dobram vendas com baristas em trajes provocantes



Só entendi o custo benefício quando li a parte das garçonetes.
Esse tipo de miniatura, de comidas em polímero já é feita também no Brasil. A escala 1:12 é internacional de confecção de miniambientes e casas de bonecas (colecionável). É possível por exemplo fazer uma laranja com aparencia muito real, com casca de "celulite" e polpa de aparência molhadinha.
A Regina que comentou aqui é escultora e também faz miniaturas dêem uma olhada no site dela http://www.reginapassy.com.br
Parabéns pelo trabalho!
Obrigada Eduardo.
O termo correto é miniaturista :-)
Obrigada por indicar meu site.
De nada Regina.
Está anotado! Miniaturista.